AGUARDE
Escola Nossa Srª da Conceição
Escola de Ensino Fundamental de 1º ao 5ª Ano.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
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quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Ceramica Marajoara
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terça-feira, 18 de setembro de 2012
Semana da Patria Comj da COHAB
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Semana da Patria na Presidente Vargas 2012
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sexta-feira, 14 de setembro de 2012
projeto de literatura profª gisele
LITERATURA
INFANTIL E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DA CRIANÇA NO ENSINO
FUNDAMENTAL1
Gisele
Nascimento Barroso2
“Ser
negro no Brasil é, pois, com freqüência, ser objeto de um olhar
enviesado”
Milton
Santos
JUSTIFICATIVA
Aventar questões
raciais na escola é como nos ensina o Profº Milton Santos (2000) na
citação que abre este texto, pisar em um terreno escorregadio onde
ser negro no Brasil é, frequentemente, ser objeto de um olhar vesgo
e ambíguo. Essa ambiguidade marca a convivência cotidiana, influi
sobre o debate acadêmico e o discurso individualmente repetido,
também, utilizado por governos, partidos e instituições. Há,
sempre, o risco de cair na armadilha da emoção desbragada e não
tratar do assunto de maneira adequada e pedagógica. Pois, segundo
Cavalleiro (2006, p.227):
O silêncio do
professor sobre as questões raciais facilita novas ocorrências,
reforçando inadvertidamente a legitimidade de procedimentos
preconceituosos e discriminatórios no espaço escolar e, a partir
dele, para outros âmbitos sociais. Confirma dessa forma o direito de
crianças brancas e não-brancas a exercerem a discriminação contra
crianças negras.
Partindo dessa
afirmativa, apresentamos outra consideração importante para o
desenvolvimento dessa intervenção, é despojarmo-nos do medo de
sermos preconceituosos e racistas. Como argumenta Munanga (2005) essa
é uma condição primordial, para que possamos transformar
radicalmente nossa estrutura mental herdada do mito da democracia
racial, mito segundo o qual no Brasil “não existe preconceito
étnico-racial e, consequentemente, não existem barreiras sociais
baseadas na existência da nossa diversidade, (...) então enfrentar
o segundo desafio de como inventar as estratégias educativas e
pedagógicas de combate ao racismo” (p.18).
Para Eliane
Cavalleiro (2006), a educação brasileira, visivelmente afetada pelo
projeto neoliberal, torna pública a ausência de uma reflexão
acerca das relações raciais no planejamento escolar, o que tem
impedido a promoção de relações subjetivas respeitáveis e
igualitárias entre os agentes sociais que integram o cotidiano da
escola. Nesse sentido, o silêncio
sobre o racismo, o preconceito e a discriminação racial em
diferentes instituições educacionais e a ideologia do consumo,
gestada de forma hegemônica, contribuem para que as diferenças de
fenótipo entre negros e brancos sejam entendidas como desigualdades
naturais e o que é mais grave, constroem e reproduzem os negros
como sinônimos de seres inferiores.
Tais proposições
justificam plenamente nossa intenção em discutir, à luz da Lei nº
10639/03, a importância de se identificar nas histórias infantis
aspectos de racismo e preconceito, buscando incorporar nos currículos
da Educação Básica conteúdos que valorizem as relações
inter-étnicas, considerando a diversidade cultural como um
patrimônio de um povo e desmistificando a suposta superioridade de
uma raça sobre outra e isso se estende também para a relação
entre os “outros brasileiros” e as inúmeras etnias indígenas
que povoam o território brasileiro.
A literatura
infantil contemporânea tem evidenciado uma preocupação cada vez
maior em apresentar uma identidade cultural que expresse as relações
de inclusão social. É neste novo contexto que a literatura negra se
insere, incluindo um novo discurso na literatura brasileira.
Para Zilá Bernd
(1988, p. 21e 22), ao conceituar literatura negra, à primeira vista,
a expressão pode remeter a um conceito etnocêntrico e reacionário,
pois é evidente que sensibilidade artística não constitui fator
inerente a uma dada etnia. E ainda, no
Brasil, a expressão literatura negra corresponde a uma reivindicação
da parte de bom número de escritores afro-brasileiros que concebem a
prática da escritura literária como um espaço propício à
enunciação da reconstrução identitária, em crise após a
destruição brutal representada por um longo período escravista.
Ao analisar a
literatura constata-se, segundo os estudos de Rosemberg (1985),
Negrão (1988), Cavalleiro (2000), que por muito tempo o negro foi
incluído de forma preconceituosa, subalterna na sociedade e a
literatura refletia essa situação. Nas obras de Monteiro Lobato
encontra-se descrições dos personagens negros conforme os padrões
da época, onde tia Anastácia era descrita como uma negra de alma
branca. Fica claro também o papel subserviente desta, uma dos poucos
personagens negros das estórias de Monteiro Lobato, onde esta nada
mais era do que uma sombra de Dona Benta. Em obras do folclore, o
Saci aparece como um negrinho que faz traquinagens e esconde coisas,
um arquétipo do pivete mal criado dos dias de hoje, mais afeito à
travessura e à vagabundagem do que qualquer outra coisa.
A pertinência
dessa opção - trabalhar com a Literatura Infantil e a Identidade
Negra - se justifica pela intensificação, na última década, das
demandas políticas oriundas da luta do movimento negro, no Brasil,
por maior visibilidade e legitimidade no campo educacional. Não foi
por acaso a obrigatoriedade da introdução de estudos da História e
Cultura Afro-brasileira no currículo, a partir da implementação da
Lei 10.639/2003, trazendo a tona antigas e novas configurações de
lutas hegemônicas identitárias, referenciadas no passado. Nesse
processo, “é comum a presença de mecanismos de reafirmação e de
legitimação que operam com alguma ―forma de autenticação (...)
feita por meio da reivindicação da história do grupo cultural em
questão” (ROSEMBERG, 2003 p. 142).
Construir uma
identidade negra positiva em uma sociedade que, historicamente,
ensina ao negro, desde muito cedo, que vivemos à sombra de uma
imagem da convivência racial pacífica, cunhada por Freyre, no
início do século XX, que se transforma de uma concepção negativa
em exótica, de científica se modifica em espetáculo (SCHWARCZ,
1993). Ensina, também, que para ser aceito é preciso negar-se a si
mesmo, o que constitui um desafio a ser enfrentado pelos negros
brasileiros.
Partimos da
compreensão de Nilma Gomes (2003, p.171), a respeito da identidade
negra quando esta afirma que:
A identidade negra é
entendida, como uma construção social, histórica, cultural e
plural. Implica a construção do olhar de um grupo étnico/racial ou
de sujeitos que pertencem a um mesmo grupo étnico/racial sobre si
mesmos, a partir da relação com o outro. Um olhar que, quando
confrontado com o do outro, volta-se sobre si mesmo, pois só o outro
interpela nossa própria identidade.(GOMES, 2003, p. 171)
Nessa perspectiva,
pensamos a escola como um espaço social específico de formação,
inserida num processo educacional amplo, onde encontramos mais do que
currículos, disciplinas escolares, regimentos, projetos
político-pedagógicos, provas e conteúdos. Deparamo-nos com
diferentes agentes (BOURDIEU, 2000) que se relacionam, que se
comunicam e que se encontram. A escola, na perspectiva apontada por
diversos autores (GOMES, 2002; COELHO, 2009, 2010; ROSEMBERG, 1992 ,
entre outros), pode ser considerada, então, como um dos espaços
que interferem na construção da identidade negra. O olhar lançado
sobre o negro e sua cultura, no interior da escola, tanto pode
valorizar identidades e diferenças quanto pode estigmatizá-las,
discriminá-las, segregá-las e até mesmo negá-las (GOMES, 2002,
p.39).
A identidade,
portanto, é um processo relacional e contínuo, construído pelos
agentes nos vários espaços, nos quais circulam. A identidade de
crianças negras brasileiras apresenta particularidades passíveis de
serem atribuídas a seu pertencimento racial. Nesse percurso, as
crianças negras defrontam-se, na escola, com compreensões,
sobretudo, na literatura de negação de suas marcas raciais, pelo
embranquecimento, reiteradamente descrito nas narrativas. Muitas
vezes, essas compreensões debatem-se com sua própria visão e
experiência da negritude e das diversas maneiras como estas são
tratadas.
OBJETIVOS
Geral
Despertar
na criança o desejo de escutar e ler contos de origem africana
Específicos
- Promover o fortalecimento da auto-estima, evidenciando o orgulho de pertencer a um grupo étnico-racial onde sua cultura, sua história seja valorizada e respeitada;
- Tratar a questão das diferenças, valorizando a diversidade a partir da raça negra;
- promover sessões de contação de histórias que abordem temas raciais nas turmas do 2º e 3º anos do Ensino Fundamental.
PÚBLICO ALVO
O público-alvo
deste projeto serão um total de 60 crianças do 2º e 3º ano, na
faixa etária de entre 07 e 08 anos, matriculados em duas turmas: uma
no turno vespertino e outra do turno matutino.
Para a compreensão desta faixa etária, este projeto, tem por base
teórica, os postulados de Vygotsky (1978), para o qual a maneira de
ver o sujeito e de ver o seu desenvolvimento confere à sua teoria
uma postura “sócio-interacionista”, pela postulação de que o
conhecimento é construído na interação sujeito-objeto e de que
essa ação do sujeito sobre o objeto é socialmente mediada.
A autonomia do sujeito e a
regulação de suas ações constroem-se sobre interações. Há,
mais e mais, um domínio dos meios de ação que antes eram
partilhados de alguma forma, em algum grau. A linha do
desenvolvimento é, em conseqüência, uma linha de diferenciação e
formação do indivíduo, de individuação do seu funcionamento. A
criança é um ser social que se faz indivíduo ao mesmo tempo que
incorpora formas maduras de atividade de sua cultura.
Individualiza-se e se socializa. A relação social/individual
implica, portanto, vinculação genética e constituição
recíproca.(GÓES,
1991, p.21.)
Portanto,
os processos de incorporação da cultura e individuação permitem a
passagem de formas elementares de ação a formas complexas,
mediadas. As funções psicológicas superiores como a percepção,
memorização, atenção, pensamento e imaginação são marcados
pelo uso de recursos da mediação internalizados. O alcance destas
formas superiores ocorre através da relação interpessoal com
outros homens onde o indivíduo vai interiorizar as formas
culturalmente estabelecidas de funcionamento psicológico. Desse
modo, “a inserção social, seja através dos diversos elementos da
cultura, seja através do ambiente culturalmente estruturado, fornece
a matéria-prima para o desenvolvimento psicológico do indivíduo”
(OLIVEIRA, 1992, p.50).
METODOLOGIA
As atividades
e suas estratégias
Para o
desenvolvimento desse projeto, algumas ações serão desenvolvidas a
partir da literatura pertinente as Relações Raciais no Brasil, bem
como da Legislação vigente e da contação de histórias de temas
raciais, a saber:
Atividade nº1
:
Apresentação para
os professores, funcionários e técnicos da escola o projeto de
intervenção, considerando a Legislação sobre as Relações
Raciais e a Educação. para que tenham conhecimento da importância
da aplicabilidade deste projeto e do conteúdo que traz a Lei nº
10.639/2003, bem como suas Diretrizes;
Nesta ação vê-se
o fortalecimento do compromisso com a defesa da construção do pleno
exercício da cidadania. Levando-se em consideração que é preciso
educar o indivíduo para a convivência saudável no espaço em que
está inserido, ao propor este trabalho, busca-se a compreensão de
como são construídas as relações raciais. A importância disso
consiste na quebra de preconceitos, inclusão social e promoção da
equidade. Para atingir essa ação, a exposição oral e visual dos
principais aspectos da Legislação e de suas Diretrizes será
fundamental, bem como, a utilização do vídeo Vista
minha Pele.
Esta atividade tem
como proposta ser realizada em 02 momentos será sugerido que
aconteceram nas primeiras sextas-feiras do mês de Agosto de 2011, já
que neste dia da semana a escola dispensa os alunos em horário
diferenciado para garantir ao professor momentos de planejamento e
discussão.
Objetivo
específico para esta atividade
- Subsidiar aos professores o conhecimento da importância da aplicabilidade deste projeto e do conteúdo que traz a Lei nº 10.639/2003, bem como suas Diretrizes;
Atividade nº 2:
Subsidiar o trabalho
docente, afim de que a discussão sobre a temática racial por meio
dos contos africanos seja abordada em todas as disciplinas;
Para esta ação
trazemos a contribuição das autoras Gomes (2003) e Coelho (2009)
que em seus estudos reiteram a importância do trabalho pedagógico,
para ambas a escola é vista, como um espaço em que aprendemos e
compartilhamos não só conteúdos e saberes escolares, mas, também,
valores, crenças e hábitos, assim como preconceitos raciais, de
gênero, de classe e de idade. Para atingir essa ação, serão
apresentados alguns contos africanos, para que o professor discuta
com seus pares as principais contribuições destas obras para a
constituição da identidade positiva da criança na escola, como:
“As
tranças de Bintou”,
de Sylviane Anna Diuof; “Bruna
e a Galinha d´Angola,
de Gercilga de Almeida e “Menina bonita do laço de fita”, de Ana
Maria Machado.
Ao vivenciar essa
atividade, o professor, volta-se para a observação das diferenças
enquanto características e abandonam-se preconceitos que ao longo do
tempo da história serviam para a desvalorização dos atributos
individuais. Os contos apresentados são expressão de resistência
às ideologias que marcaram e marcam a opressão ao negro, se fundem
na noção do não-racismo, na integração dos povos, na cooperação
e na solidariedade entre os membros da sociedade. Ressaltam ainda a
beleza e a afabilidade da raça negra. Circunscrevem um lugar de
respeito e dignidade para os negros. Subjaz a idéia de que o mundo é
um lugar para todos, e não para alguns.
Ao se servir de um
material paradidático, o professor precisa atentar para a
problemática que reside basicamente no fato de que a escola pode se
servir de um material paradidático sem se dar conta de que a forma
como se conduz a reflexão. Desse modo, após o trabalho de leitura e
apreensão dos aspectos essenciais da narrativa, as quais poderão
reforçar positiva ou negativamente os traços identitários, os
valores culturais e mesmo a própria referência de beleza da criança
onde a nosso ver reside um perigo iminente, o da transformação do
corpo em favor de uma cultura eurocêntrica de consumo) ao
dimensionar os personagens como feios ou bonitos, ativos e corretos
em suas atitudes, ou passivos e redimidos pela atitude do outro.
Objetivo
específico para esta atividade:
- Inserir no Currículo da escola a temática racial de modo a positivá-la.
Atividade nº 3:
Fornecer aos alunos
conhecimentos sobre a história e contribuição da população negra
para a construção da nação brasileira por meio das sessões de
contação de histórias nas turmas elencadas para aplicação deste
projeto;
Nesta ação será
fundamental estimular o convívio e o respeito às diferenças. Nas
sessões, as crianças terão a oportunidade de saber que existem
contos, histórias de diferentes etnias, produzidas por diferentes
povos, como africano, indígena, europeu, entre outros.
Objetivo
específico para esta atividade:
- Reconstruir o imaginário sobre o negro a partir de representações positivas;
Atividade nº 4:
Registrar
conhecimentos e atitudes adquiridas pelas crianças por meio de
desenhos a partir da apresentação das histórias que valorizem a
identidade negra; Exposição de um painel com os desenhos produzidos
pelos alunos na Feira de Arte e Cultura da Escola, com explanação
oral dos alunos.
Objetivo
específico para esta atividade:
- Evidenciando o orgulho de pertencer a um grupo étnico-racial onde sua cultura, sua história seja valorizada e respeitada;
ETAPAS DO PROJETO
1°
mês
–
- Apresentação do projeto a direção da escola;
- Digitalizar os contos africanos e os livros que trazem conteúdo racial.
2°
mês
–
- Exposição do conteúdo da lei 10.639/03, aos professores da escola, por meio de oficinas, debate acerca do conteúdo da lei.
3°
mês –
- Sessões de contação de histórias nas turmas do 2º e 3 º do ensino visando positivar a identidade negra e as contribuições da cultura africana e afro-descendente em nossa sociedade.
- Propor aos alunos que façam desenhos a respeito dos contos e histórias vistas.
4°
mês
–
- Construção de um painel com os desenhos feitos pelos alunos após a exposição dos contos e historias com temas raciais.
- Fazer a exposição oral do painel com desenhos dos alunos durante a mostra de arte e cultura da escola.
5º
mês –
- Avaliação do Projeto de Intervenção.
RECURSOS:
Humano
- Gestores
- Professores
- Funcionários
- Alunos
Didáticos:
- Cartolinas
- Tesouras
- Papel-Ofício
- Revistas
- Jornais
- Canetinhas
Materiais:
- Data Show
- Computador
- DVD
- Televisão
- Aparelho de som
(Micro system)
AVALIAÇÃO
Considerando o mote
para a discussão da temática étnico-racial e de valorização de
identidades positivas acerca do negro por meio de dois contos da
Literatura Infantil Brasileira, este projeto apresenta como proposta
de avaliação a verificação de autovalorização e confiança por
parte das crianças negras, à medida que são reconhecidas no grupo
pelos seus pares e pelos professores, bem como a aceitação e
reconhecimento da negritude no contexto escolar e de provocar
mudanças na forma de olhar para a história e para as questões
naturalizadas na sociedade, como as do negro, do racismo, do
preconceito, buscando enfrentá-las pedagogicamente no cotidiano
escolar. Ou seja, desconstruir conhecimentos que inferiorizam as
diferenças e contribuir na formação da identidade de crianças
negras e não-negras para que possam ser cidadãos conscientes na
luta pela igualdade racial.
1
Projeto de intervenção que
compõe o terceiro capítulo do trabalho monográfico apresentado ao
curso de Especialização em Relações Raciais para o Ensino
Fundamental pela Universidade Federal do Pará em 2010 e aplicado na
Escola Regime de Convênio Nossa Senhora da Conceição nas turmas
de 1º Ano do Ensino Fundamental durante os meses de junho e
novembro de 2011.
2
Pedagoga, Antropóloga, Especialista em Relações Raciais para o
Ensino Fundamental, professora da Rede Pública Estadual e
Coordenadora do Programa Mais Educação na Escola Regime de
Convênio Nossa Senhora da Conceição.
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sexta-feira, setembro 14, 2012
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terça-feira, 29 de novembro de 2011
Escola Nossa Srª da Conceição: Escola Nossa Srª da Conceição
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terça-feira, 22 de novembro de 2011
Missa Nossa Srª das Graças Dia 22/11/2011
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segunda-feira, 7 de novembro de 2011
DENUNCIAS
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